ANTONIO VILLEROY é um magistral poeta compositor cantor cuja sedução é a essência da beleza e da inspiração que brota de sua senbilidade como lava de vulcão em plena irrupção incessante e que se alterna com a doçura das ondas do vento minuano soprando pelo pampa e carregando consigo o som e as palavras das paixões mais incandescentes e sinceras que, como relâmpagos de amor, saem de seu coração demasiadamente humano, cada vez mais humano, provocando paisagens sublimes a destruir pesadelos e apontando esperanças e orgasmos de felicidade infinita.
Jorge Mautner
Antonio Villeroy traz consigo a rica chama evolutiva da canção brasileira e é particularmente original em suas descobertas. Sua música multiplica os caminhos que nos levam a paisagens sempre novas, recolorindo sonoridades aparentemente conhecidas com beleza e talento, muito talento. Diante da belíssima “São Sebastião”, uma das mais arrebatadoras declarações de amor ao Rio, e da bossa pungente de “Ela não sabe dizer adeus” como continuar indiferente à sensibilidade desse gaúcho que generosamente estende seu cantar pela latinidade que o cerca? Me liguei na “Etnipunklíngua” de Totonho e dêle já me confesso um fã.
Walter Lima Júnior
Não o conheço pessoalmente mas sim através de algumas músicas que tenho escutado em discos, demos etc., mas ao ver e ouvir esse seu DVD fiquei com aquela mesma sensação já sentida em tantos momentos de minha vida, quando ouvi pela primeira vez um Ivan Lins, um Caetano, um Milton, um Chico, um Djavan e todos esses grandes compositores que tive a sorte e o prazer de ver seus nascimentos e suas decolagens artísticas.
Foi muito bom ver uma coisa nova, de grande qualidade, surgindo numa época de tão poucas coisas boas nesse nosso mercado musical!Antonio foi um grande prazer!
Roberto Menescal
Antonio Villeroy faz uma música rica, impregnada de várias gerações de autores dessa nossa incrível e eclética MPB, aliada a um texto muito seu, muito fluente e bonito. Não é a toa que escreve textos para outros compositores, onde eu me incluo. Mas o que predomina nisso tudo é que ele faz tudo bem, como se pode conferir nesse DVD elegante, deixando explícito a atitude e a sonoridade dos artistas de sua geração, plenas de muito bom gosto e com os pés na eternidade. Anotem aí: Antonio Villeroy... e bemvindo!!
Ivan Lins
Totonho,
Sinal dos tempos is a warm, comfortable, and memorable DVD... his songs and the arrangers captured many brilliant musical moments...very classy!... I liked the theatre, the sound and the ‘look’ of the video...Well, the audience loved the show, so did I! Totonho organized a great rhythm section, orchestra and lovely voices of Ana and Daniela and legendary Joao at the piano! This is award stuff.
I know Totonho is a good singer, but this DVD shows he has world-class chops! Falcao should be congratulated for his direction and editing of this riveting DVD performance...
Two thumbs up!
Don Grusin
Antonio Villeroy é um hit-maker: sua vocação melódica está manifesta neste Sinal dos Tempos em canções como “É Onde o Seu Lugar”, “Pra Rua Me Levar”, “Garganta”, “Una Loca Tempestad”, “Quero Pegar”, entre outras. A evidência deste talento é facilmente verificável: mal ouvimos a canção e já sabemos assoviá-la - e o assoviável é, justamente, uma boa definição para o melódico. Sendo portanto um melodista nato, Villeroy já possui uma das virtudes fundamentais da canção, a saber: o desejo de repetição que desperta em quem a ouve, vontade de ouvir de novo a canção, da capo, cantando junto. Entretanto, essa destreza comunicativa não o impede de realizar, também, uma certa vocação expansionista da canção brasileira: Villeroy compõe em italiano (a belíssima “Siamo Cosi”), em espanhol, e em diversos registros do português, do neológico “Etnicpunklíngua” à metafórica “São Sebastião”, passando pela leveza da viniciana “Um Dia Pra Vadiar”. Essa pluralidade situa Villeroy na tradição de uma canção brasileira que, pelo menos desde Noel, configura um espaço cultural aberto a todos os códigos do contemporâneo, sem hierarquias. E Villeroy realiza essa abertura, esse trânsito por gêneros, línguas e códigos sem nunca quebrar aquele que parece ser seu pacto essencial, segundo o qual canção é feita para ser cantarolada, guardada, levada na ponta do bico: assoviada.
Francisco Bosco
Ouvi pela primeira vez o Antonio Villeroy na voz da Ana Carolina quando fiz a novela “Andando nas Nuvens”. O Denis Carvalho me chamou para ouvir a música tema da minha personagem, Júlia, e a música era “Garganta”. A música tinha uma personalidade incrível e me ajudou demais a criar a personagem.
O Antonio é um talento! Adoro as músicas dele. Este DVD no lindo Theatro São Pedro, com a Orquestra de Câmara, e o talento do Antonio à frente, é uma beleza, um encontro muito feliz.
Debora Bloch
Antonio Villeroy transita do pop contemporâneo ao samba clássico, da bossa-nova ao tango, sempre com muita elegância, harmonia e inteligência.
E sua poesia não é apenas um relato de sentimentos, mas também uma celebração da língua. Ele é um desses artistas raros, capaz de surpreender e comover ao mesmo tempo.
Cacá Diegues